
O Projeto de Apoio à Implementação do Pronasci realizou durante três dias um encontro formativo para os agentes de desenvolvimento que ficarão nas localidades Estrutural, Arapoanga e Itapoã, áreas do Distrito Federal definidas pelo Ministério da Justiça. O encontro foi organizado e administrado pela coordenadora regional do Projeto de Apoio, Georgina Fagundes. Participaram além dos agentes, os assistentes de unidade do Protejo e toda a equipe da Saber (Soluções Criativas em Políticas Públicas e Sociais).
No primeiro dia a coordenadora geral do Projeto de Apoio, Sylvia Campos, apresentou de forma simplificada o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) e como ele funciona. Explicou que o objetivo de o programa ter sido lançado em um território de paz, serve para construir uma rede de proteção social, não apenas no Distrito Federal, mas também em outros Estados. No geral são 94 ações realizadas, sendo que dentre as principais estão: Protejo, Mulheres da Paz, Tô na Rede, Esporte a Meia Noite, Picasso Não Pichava, Teatro Pátria Amada, entre outros. “O objetivo do apoio é de fato apoiar a implementação do Pronasci, sempre em estreita cooperação com a Secretaria de Segurança Pública, nessas três regiões estabelecidas pelo Ministério da Justiça”, ressalta Sylvia. Após analisar o objetivo geral, a coordenadora explicou os objetivos específicos do projeto e por fim mostrou as atividades realizadas pelo apoio. “Organizar o local que serve de base de apoio nas localidades mencionadas, implementar a infraestrutura necessária para o desenvolvimento das ações, elaborar ou aprimorar diagnósticos referentes à área escolhida, são algumas das diversas atividades que o apoio possui”, disse Sylvia.
No segundo dia do encontro formativo o Presidente da Saber, Sidiclei Patrício, apresentou a Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) como a realizadora do Protejo (Projeto de Proteção de Jovens em Território Vulnerável) e também do Projeto de Apoio. Mostrou ainda, a execução ao longo de dez anos na área de políticas públicas e sociais e todos os projetos realizados pela Saber nesta caminhada. Em um segundo momento a coordenadora pedagógica do Protejo, Juliana Diniz, explicou o que é e mostrou todo o desempenho do projeto em quase quatros meses de funcionamento nas unidades. Por fim, a voluntária da Central Única das Favelas (Cufa), Cristina Souza, apresentou aos participantes do evento a Cufa-DF. “Este é um movimento que tem o intuito de proporcionar a autoestima e a garantia de direitos principalmente da população jovem e feminina que reside nas comunidades e regiões do Distrito Federal”, explicou Cristina.
Durante o segundo e terceiro dias do encontro a especialista em Planejamento Participativo, Ilka Fagundes, auxiliou ainda os agentes de desenvolvimento locais, em parceria com a coordenadora regional do Projeto de Apoio, Georgina Fagundes. Assim, o último dia foi marcado pela apresentação e entendimento das metas e planos de ação de cada localidade e construção das rotinas pedagógicas. “Definimos os encontros mensais de planejamento e monitoramento dos agentes locais, assim como encontros quinzenais com educadores do Protejo nas localidades”, contou Georgina. Para concluir, o grupo fez uma avaliação final dos três dias, mostrando os prós e contras do evento e com sugestões para encontros futuros. O próximo já está definido para o dia 18.