
Os temas discutidos no encontro, como cidadania, juventude, criminalidade, educação, violência e geração de oportunidades, servirão de apoio para o trabalho de inclusão social que será desenvolvido dentro das comunidades que apresentam os maiores índices de violência no Distrito Federal, Arapoanga, Estrutural e Itapoã.
No primeiro dia, o presidente da Saber, Sidiclei Patrício, conduziu o debate sobre a atuação do Terceiro Setor na economia brasileira e as ações desenvolvidas pela Saber nos seus 10 anos de trabalho com políticas públicas e sociais.
Já no segundo dia, os integrantes da CUFA-DF – Central Única das Favelas do DF, Max Maciel e Roberto Neiva, falaram sobre o perfil da criminalidade no DF e relataram suas experiências dentro das favelas brasileiras. “No Distrito Federal não existe um megatraficante, por aqui, o tráfico de entorpecentes é pulverizado”, afirmou Max Maciel.
O tema “Juventude” foi trazido pela Mestre em psicologia, Georgina Fagundes Correia, que falou sobre as dificuldades e os desafios de ser jovem no atual contexto brasileiro. “Um jovem estagnado é um jovem doente”, ressaltou a psicóloga.
O Coordenador de Políticas para a Juventude do Ministério da Justiça, Reinaldo Gomes, inseriu o Protejo dentro do conceito do PRONASCI – Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, inovador à medida que rompe a lógica de transferência de responsabilidades e competências, até então vigente, e parte da preliminar de que “o problema é de todos” e juntos vamos buscar as soluções, atuando nas raízes das causas da violência e na prevenção de delitos.
No terceiro dia foi discutido o planejamento das ações e a metodologia que será utilizada no decorrer do projeto.